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domingo, 4 de fevereiro de 2018

"Minhas"Meninas"


Bom, falarei daquilo que é o fetiche de quase todo guitarrista, nem sabemos ao certo porque possuímos tantas,e o pior pq queremos mais... 

No momento tenho mais do que preciso e elas estão sempre mudando, de acordo com o trabalho a ser realizado e conforme eu consigo grana para financia-las...

Fender American Stratocaster

Ficha técnica:
Ano:1983
Made in Usa.
Corpo: Alder.
Braço: Maple com C shape.
Escala: Maple.
Captadores: Fender custon 69.
Ponte: Fender.
Cor: Laked Blue.
Chave Seletora: 5 Posições.Controles: Volume e tom.
Ferragens: Cromadas.
Escudo: Branco perolado.

*Utilizo essa guitarra geralmente para sons limpos e drives leves, tem um som maravilhoso e essa foi a guitarra que me fez gostar das fenders strato, a ponto de eu ter uma.
Troquei os captadores originais por custons fender 69 o que deixou o som bem estalado, com o famoso quak fender. 
Porém a ponte dessa guitarra é um projeto de engenharia muito ruim.
Esta comigo a cerca de 07 meses.



Gibson Les Paul Studio

Ficha técnica:

Ano:2000
Made in USA.
Corpo: Mogno, com maple top
Braço: Maple
Escala: Ébano
Trastes: 22.
Captadores:.490R no braço e 498T na ponte.
Cor: Alpine White.
Chave Seletora:
3 Posições.Controles: Tone, Volume.
Ferragens: Tailpiece stopbar
Ponte: Tune-o-matic
Escudo: Preto.

Guitarra Caseira


Ficha técnica:
Ano:2008
Made in Brasil.
Corpo: Mogno
Braço: Maple
Escala: Maple
Trastes: 22.
Captadores: Seymour duncan Alnico pro II no braço e Gibson Classic 57 na ponte.
Chave Seletora: Não tem.
Controles: Tone, Volume.
Ferragens: Douradas Wilkinson.
Ponte: Wilkinson.
Cor: Madeira.

Ano 2010






Giannini SG 1973



Ficha técnica:
Ano:1973
Made in Brasil.
Corpo: Mogno
Braço: Maple
Escala: Rosewood
Trastes: 22.
Tarrachas: Vintage.
Captadores:
Chave Seletora: 3 Posições.
Controles: Tone, Volume.
Ponte: Vibrola.
Escudo: Preto.












Guitarra Fender ®Artist Series Telecaster Joe Stummer

Ficha técnica:
Ano:2007
Made in México.
Corpo: Alder
Braço: Maple com C shape
Escala: Rosewood
Trastes: 21.
Captadores:2 Vintage Style Single-Coil Tele® Pickups with Alnico Magnets.
Cor: Preta com tratamento road-worn.
Chave Seletora: 3 Posições.
Controles: Tone, Volume.
Ferragens: Distressed Chrome Custom.
Ponte: Vintage Style 3-Saddle Strings-Thru-Body.
Escudo: Branco(envelhecido).
*Utilizo essa guitarra para sons limpos e drives, ela é uma reedição da 66 de joe strummer Guitarrista da banda de The Clash  cuja obra muito me influenciou quando novo, o instrumento em si é maravilhoso, foi o primeiro instrumento novo que comprei.
Está comigo desde 2007.

Craviola Gianinni

Ficha técnica:
Ano:1974
Made in Brasil.
Corpo: Mogno
Escala: Ébano
Trastes: 22.
Captadores: Dimarzio.
Cor: Sunburst.
Chave Seletora: Controles: Tone, Volume.Ferragens:
Escudo: Preto.


















domingo, 21 de janeiro de 2018

Fender Stratocaster 1979


Essa é uma guitarra que só uso para gravações, dificilmente é usada em algum Show ao vivo. Trata-se de um Fender stratocaster 1979, toda original, com manual, case, “cinzeiro" etc. 1979, era uma época bem difícil para fender, entrariam numa época de transição entre o novo e o clássico da empresa, duas coisas me chamam atenção nessa guitarra, a ponte e os captadores. 

A ponte, em termos de material e beleza, é a mesma que vem na minha Squier japan e os captadores, ao contrário do que muitas boas pessoas pensam ou afirmam, não são de alnico, e sim de, pasmem, ferrite, sim isso mesmo ferrite, e posso garantir o som limpo é muito bacana. Essa é a segunda fender 1979 que tenho e em ambas o captador era ferrite e não alnico...

Evito usá-la ao vivo, devido ao seu peso físico, mesmo com a madeira seca e tendo 34 anos, ela continua bem pesada.
Seu som é bem estalado e equilibrado, acredito que seja devido a escala de maple, o braço é um pouco mais gordo que as guitarras atuais, e talvez por isso a pegada de braço dela seja estonteante. Nessa Stratocaster utilizo a alavanca flutuante sem problemas de desafinação, e no momento está regulada para cordas 0.10.
Adoro o Sunburst Two Tone, na qual ela foi pintada, seu som limpo é bem articulado e definido, maravilhosa para sons funkeados, blues e rock, definitivamente não é uma guitarra para hard rock e sons mais pesados. O Engraçado dessa guita é que sempre me fazem propostas por ela, embora eu nunca tenha cogitado essa possibilidade até o momento.
Corpo: Alder;
Braço: Maple;
Escala: Maple;
Trastes: 22 Médio Jumbo;
Tarraxas: Fender;
Captadores: 3 Single-coil Strat;
Controles: Volume/Tom/Tom, Chave de 5 posições


























































Como todas as minhas guitarras tem um nome, essa se chama Sophia!!!!!!!

domingo, 7 de janeiro de 2018

Fender Hot Rod Vintage 1962 USA





Essa guitarra tem uma história pitoresca, comprei em 06-2016,
em um primeiro momento imaginando em vender na Goldtop, haja vista que já tenho algumas stratocasters e duas são dessa mesma cor e uma dessas stratocasters já tem a
escala em maple.
 Apesar do título, isso é uma meia verdade, o antigo dono, ao meu ver, fez uma senhora "cagada", sobe o ponto de vista financeiro, estético e guitarrístico, ele trocou o braço e deixou, o filho artista plástico, alterar o visual do corpo da guitarra, através de desenhos incompletos, feitos com durepox!!!!!Essas alterações deixaram marcas irreversíveis na guitarra, além do que ele vendeu o braço e a case original, e na hora de limpar a arte feita pelo filho, ele desgastou a pintura, e não conseguiu remover
 por completo em alguns pontos os desenhos. Sim, ele pegou o corpo de uma guitarra de $2.500,00 dólares e colocou o braço de uma guitarra de $800,00 dólares e deixou o filho fazer “arte” no corpo da guitarra... ou seja ele tinha mesmo era uma "Frankenstein".

Como meu interesse era apenas financeiro, não liguei muito para esses detalhes, ao chegar em casa desmontei a guitarra e pude constatar a originalidade do corpo, ponte, neck plate, número de série, elétrica e dos captadores da vintage 62. Tive um trabalho imenso para limpar a guitarra, e até agora eu não entendo, uma guitarra tão bonita, porque, porque 
foram fazer qualquer coisa com o corpo que não fosse limpa-lo???Consegui retirar 90% 
das manchas que ela tinha os outros 10% vai ser osso...  
Já o braço foi colocado o de uma Fender Mexicana Road Worm, foram trocadas as tarraxas fender standard por fender sperzel; a diferença entre os braços é gritante, o 
original tem a escala em rosewood, os trates originalmente são palitos e
a curvatura do braço 
original é muito mais acentuada que esse da Road Worm. 

Ou seja é cagada que não acaba mais, rs,rs rs... se o lance é customizar, faça isso numa 
guita mais barata do contrário é perder dinheiro à toa, nesse caso especifico foi retirado 
várias características de um 62, não era mais fácil comprar outra guita??? Vai saber... 
Vejam que existe uma bizarrice aqui, repare nas fotos que existem 02 números de série, 
um na parte traseira do braço referente a uma fender road worn mexicana e outro no 
neck plate referente a 62 !?!?!?!?!?!?!?

Eu jamais faria qualquer uma dessas modificações, e nenhuma ao meu ver foi para melhor... 

Claro que isso é muito pessoal, ao ligar a guitarra fui surpreendido com um som maravilhoso, guitarra fácil de timbrar, com uma gordura bem gostosa no captador do 
braço e sons estalados por todo os lados, casando bem com drives e distorção.
Guitarra bem bacana, para blues, pop, MPB, reagee e rock. Uma coisa bacana e que toda strato deveria ter é a regulagem de tom para o captador da ponte, 
isso ajuda muito a timbrar, evitando agudos desagradáveis!

Ai não resisti, loja coisa nenhuma, fica aqui em casa que é melhor, rs,rsrs

Dito isso coloquei minha american standard 2015 para venda. 
Como diria Highlander: “Só pode haver uma”.
Corpo: Alder.
Braço: Maple.
Escala: Maple.
Trastes: 21 Médio Jumbo.
Escudo: 03 camadas mint Green.
Captador: 03 american vintage 62 com fio de malha.
Ponte: Fender American vintage Tremolo.
Controle de volume.
Tone 1: Captador do Braço.
Tone 2: Captador da Ponte.
Chave de 05 posições.
Pintura: Nitrocelulose.
Cor: Olympic White.



Número de série adicional

Número de série original


quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Guitarra Fender Stratocaster American Standard 2013

Peguei essa stratocater em 2014, havia um tempo que queria uma nessa cor, mas uma série de coincidências foram determinante:
1- Ela era recente, apesar dos captadores 50's da fender, queria um som e braço mais "moderno", para contrabalançar com a  Strato 79 ;
2- Ela já veio com o Treeble Blend| instalado (não perde agudos quando diminui o volume);
3- Veio também com 02 capacitores Mullard Mustard: 0,047 braço e 0,1 para ponte, segundo pesquisei mesma forma como Clapton, Ray Vaghaun e Hendrix usavam;

Apesar dessas vibes "retro", a guitarra soa moderna, ligada no meu Marshall ela soou muito aguda, porém no Cabeçote Mesa Boogie TA 30, ela se achou.
Foi possível tirar timbres bem bacanas, de strato, com médios e agudos equilibrados e graves parrudos, principalmente no captador do braço, minha posição preferida.

O Braço em "C" shape, é bem confortável e a escala agradável de se tocar, o que já era esperado, em se tratando de uma fender american standard, o corpo do instrumento se ajusta bem ao seu, portanto é confortável tocar tanto em pé, como sentado.
Não tive nenhum problema quando a afinação e utilização da alavanca que está com regulagem flutuante.
   
Corpo: Alder;
Braço: Maple modern "C" shape 25.5";
Escala: Maple com 22 trastes Medio Jumbo;
Raio da escala:9.5"
Tarraxas:Fender®/Ping® Standard Cast;
Captadores: 3 Custom Single-Coil 50"Strat®;
Escudo: 03 Camadas;
Controles: Volume/Tom/Tom, ;
Ponte:-Point Synchronized Tremolo with Bent Steel Saddles;
Chave de 5 posições;
Made in USA. 
*Vendi essa guitarra em 2016.







sábado, 1 de dezembro de 2012

Alavanca da Strato

Muitos guitarrista que tem uma guitarra com ponte fixa e alavanca, seja ela fender ou similar, sempre teve problemas, com desafinação das cordas, ao utilizar a alavanca, .
Eu por exemplo, acostumei a usar a minha alavanca chapada e não flutuante. Por indicação do Guitarrista Márcio H. A. Wanderley, eu assisti a esse vídeo abaixo e fui fazer o teste e verificar se realmente funciona, vale pena ver todo vídeo e testar na sua guitarra.




quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Fender Squier SQ Japan




Repare as inscrições Made in Japan .


Naomi Campbell




















































































A alguns bons pares de anos atrás, eu adquiri uma fender stratocaster americana 1982, que era uma guitarra muito interessante, passei a gostar de stratocaster devido a ela, embora a ponte fosse muito ruim. Naomi surgiu por acaso na goldtop, se não me engano foi uma troca com um cliente de Niterói que queria uma epiphone semiacústica goldtop, muito bonita, cujo braço não encaixava bem com a minha mão.

Me recordo que não dei muito pela squier, e a deixei  encostada na loja alguns dias, para fotografar e vender, como sempre testo todos os instrumentos antes de coloca-los a venda, resolvi liga-la... após tocar nessa squier japan, a pegada, o som e os timbres ficaram muito mais que interessantes, ficaram bons realmente, foi amor à primeira tocada e a segunda vista. A guitarra em questão é uma fender squier japonesa feita entre 1983 e 1984 na fábrica de Fujigen, portanto uma menina ainda, já que tem somente" 31 anos de idade e bons serviços prestados.... 

Fiz uma pesquisa e consegui algumas informações desse instrumento, foram produzidas menos de 1000 unidades, foram importadas para fora do Japão apenas 375 guitarras. Como pode ser visto nas fotos, ela é uma cópia das fender anos 70, tem mão grande, neck plate triangular, as tarraxas vem com a inscrição fender Japan, braço e escala de maple. Troquei a ponte original por uma ponte fender 62 big block, afim de obter um pouco mais de sustain e afinação, o restante permanece toda original.

Fiz muitos shows com essa guitarra e ela nunca me deixou na mão, é pau para toda obra. Sua pegada de braço é fantástica, seu som é limpo e estalado, e numa comparação direta com minha fender stratocaster 1979, tem menos graves e som menos encorpado. Talvez seja a guitarra que mais usei nos últimos anos, no momento resolvi aposenta-la preventivamente e ela vive no case tweed da foto, fazendo manutenção de 06 em 06 meses e servindo como comparativo de timbre para suas irmãs mais novas. Como tenho o costume de nomear minhas guitas essa é a Senhora Naomi.